domingo, 12 de setembro de 2010

Linguagem oral e escrita: Um trabalho que pode iniciar na creche


Ao ingressar na escola, a criança deixa o convívio com sua família e passa a conviver com adultos e crianças da sua idade, descobrindo, a sua maneira, novas experiências, novos valores, que irão enriquecer os conhecimentos que ela já traz do universo que a rodeia, dando oportunidade de desenvolver suas potencialidades, preparando-se e despertando para vida.
Cada criança é um ser único com sua bagagem e sua vivência, e os diversos trabalhos sobre a educação, especialmente de Jean Piaget, são unânimes em considerar que os primeiros anos de vida de uma criança são muito importantes para o desenvolvimento físico, emocional, social e mental.
Essa socialização dá a criança confiança em si, adaptabilidade e rendimento intelectual.
Para muitas, o convívio social proporcionado pela escola oferece possibilidades que a família muitas vezes não tem condições de oferecer.
O desenvolvimento oral da “fala”, explorar a memória, raciocínio lógico, o vocabulário, a socialização com o grupo e com a escola com um todo, com trocas de experiências, devem ser prazerosos.
O professor não pode ser uma pessoa à parte, ditando normas, mas sim um elemento integrado ao grupo de alunos, que tem como objetivo socializar, organizar, dar indícios e desafios para o grupo crescer.
As atividades programadas não devem perder de vista os interesses e necessidades das crianças sempre interessadas em perguntar e aprender, experimentar, explorar e colecionar.
Quem atua diretamente com os pequenos sabem que eles gostam de falar pelos cotovelos. O professor é o unico que pode direcionar o trabalho.
Algumas regras são necessárias:
Ouvir a vez do colega falar.
Controlar o tom de voz;
Fale mais devagar, não estou compreendendo;
Fale mais baixo, ou mais alto.

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